Estudo da incidência de vaginose bacteriana em parturientes pré-termo ou gestantes com amniorrexe prematura

Raquel G. A. Torres, Emerson H. Padoveze, Fernanda de L. Pedroni, Luiz F. de Sampaio Neto, Antônio Rozas, Maria E. Z. Maluf, Neil F. Novo

Resumo


Objetivos: relacionar a incidência de vaginose bacteriana entre parturientes com diagnóstico de trabalho de parto prematuro ou gestantes com amniorexe prematura em Sorocaba/SP. Metodologia: estudamos, de setembro/2003 a junho/2004, 30 pacientes internadas com diagnóstico clínico de trabalho de parto prematuro e/ou amniorexe prematura com idade gestacional inferior a 37 semanas. Como grupo controle tivemos 30 gestantes internadas para tratamento de outras intercorrências clínicas e/ou obstétricas, pareadas com o grupo de estudo pela idade cronológica e idade gestacional. A vaginose bacteriana foi diagnosticada pelo pH vaginal superior a 4.5, liberação de odor de “peixe podre” ao adicionar KOH (10%) ao conteúdo vaginal, presença de “clue-cell” nesse material, e a caracterização de esfregaço sugestivo de vaginose bacteriana pelo método de Gram. Resultados: a vaginose bacteriana foi encontrada em 10.0% das pacientes do grupo de estudo e em 13.3% das pacientes do grupo controle. Encontramos também a presença de processos infecciosos vaginais, especialmente causados por leveduras, ambos achados não apresentaram significância estatística. Conclusão: a vaginose bacteriana não se associou de maneira significante com a ocorrência de trabalho de parto prematuro e/ou amniorexe prematura. Trabalho subsidiado por bolsa PIBIC-CNPq.


Palavras-chave


vaginose bacteriana; ruptura prematura de membranas; gestantes; incidência

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