O cronotopo bakhtiniano do romance (auto)biográfico: da Antiguidade à contemporaneidade

Pauliane Amaral, Rauer Ribeiro Rodrigues

Resumo


Neste artigo, retomamos as reflexões sobre ‘As formas de tempo e de cronotopo no romance’ feitas por Mikhail Bakhtin e apresentadas em Questões de literatura e de estética: a teoria do romance, a fim de verificar as variações do cronotopo de ‘Biografias e autobiografias antigas’ no romance autobiográfico contemporâneo. Para isso, analisamos os cronotopos nos romances autobiográficos Paris é uma festa, de Ernest Hemingway, e Chá das cinco com o vampiro, de Miguel Sanches Neto. Nossa leitura do cronotopo bakhtiniano nessas narrativas nos leva a relacionar as formas de configuração entre espaço público e espaço privado e diferentes estratégias de representação.

 


Palavras-chave


Romance autobiográfico; Mikhail Bakthin; Espaço; Tempo; Representação

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