Dialogismo e incompreensão em Triste fim de Policarpo Quaresma

Maria Celina Novaes Marinho

Resumo


Ao estudar a evolução do gênero romanesco, Mikhail Bakhtin examina as figuras do farsante e do simplório, não como algo estanque, mas como uma força que permite introduzir e dialogizar uma pluralidade de discursos e linguagens sociais no romance. A partir dessa concepção, empreende-se uma análise da simploriedade e da incompreensão em Triste fim de Policarpo Quaresma, buscando observar as vozes sociais que dialogam no de Lima Barreto.

Palavras-chave


Dialogismo; Simploriedade e incompreensão; Romance; Lima Barreto

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