A subjetividade como elemento de constituição estética literária em “Esperando Godot” de Samuel Becket

Wagner Guedes

Resumo


A pesquisa busca identificar elementos subjetivos que permeiam o maior sucesso do escritor irlandês Samuel Beckett, “Esperando Godot”, de 1943, escrita em francês e em apenas quatro meses. Para tanto, pressupõe a ideia de que a obra contém o emprego de recursos constituidores de mecanismos estéticos, que a elevaram ao reconhecido patamar de excelência. Nesse sentido, nos itens que seguem há uma procura no que diz respeito em evidenciar a expansão da experiência e inovação teatral empregada pelo escritor irlandês, principalmente em relação ao século XIX, onde está inserida a peça que, de antemão, integra o chamado “Teatro do Absurdo”, principalmente por retratar a condição humana como incompreensível e sem perspectiva. Assim, procura-se um entendimento conceitual do processo de interação entre leitor e obra no que concerne os mecanismos de subjetividade literária que culminam no recurso estético em questão.

Palavras-chave


Estética; Subjetividade; Esperança; Comicidade; Lucidez

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DOI: https://doi.org/10.19176/rct.v0i78.14446

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