CURRÍCULO, COTIDIANO E CONVERSAÇÕES

Carlos Eduardo Ferraço, Janete Magalhães Carvalho

Resumo


Objetiva examinar a potência das redes de conversações na constituição das relações praticaspolíticas que articulam a constituição do comum nos currículos. Discute as redes de conversações como formas de dizer de nossas experiências, que se constituem tanto como expressões de uma subjetividade pré-individual como de processos de singularização, isto é, como modos de dizer que atravessam os modos coletivos de individuação e enunciação, potencializando políticas curriculares voltadas para a instituição de comunalidades expansivas, valorizando vozes desautorizadas e estilhaçando formas lineares de pensamento. Aborda pressupostos que têm orientado a perspectivar o currículo em direção às praticaspolíticas de constituição do comum por meio do incremento das conversações e/ou das narratividades, a saber: a noção de políticas e práticas; a relação entre currículos “oficiais” e realizados; a valorização de saberes narrativos; as práticas cotidianas do conversar e narrar.

Palavras-chave


Currículos – Praticaspolíticas – Cotidianos - Redes de conversações

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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