COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: INSTÂNCIA DE MEDIAÇÃO DAS POLÍTICAS CURRICULARES

Maria Ines G.F. Marcondes, Cristina Spolidoro Freund, Luisa Figueiredo do Amaral e Silva

Resumo


Este artigo apresenta um recorte de uma pesquisa mais ampla, desenvolvida no município do Rio de Janeiro, com os coordenadores pedagógicos da rede pública de ensino, durante a gestão do prefeito Eduardo Paes (2009-2016). Teve como principal objetivo identificar o que os coordenadores relatam interferir na autonomia de seu trabalho e dos professores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que fez uso de entrevistas semiestruturadas e de pesquisa bibliográfica. Como referencial analítico, foram utilizados autores como Stephen Ball (2010, 2016) e Paulo Freire (1983), que criticam a ideia de “gerencialismo” e currículo prescrito, além de Giroux (1997), no que se refere ao intelectual transformador. A partir dos dados emergidos desta pesquisa, foi utilizada a análise de conteúdo, conforme Minayo (2000). Os dados das entrevistas revelam que coordenadores pedagógicos vivem diversas tensões ao realizar o seu trabalho com autonomia e respeito ao que consideram importante para a coletividade escolar. Suas ações também demonstram alguma resistência, mesmo que parcial, a políticas educacionais prescritivas.


Palavras-chave


Políticas Educacionais. Nova Gestão Pública. Coordenação Pedagógica. Autonomia Docente. Escola Democrática

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DOI: https://doi.org/10.23925/1809-3876.2017v15i4p1018-1049

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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