Modos de subjetivação no cinema e na arte: um olhar sobre as instalações de Eija-Liisa Athila

Victa de Carvalho

Resumo


A recorrente multiplicação de obras cinematográficas expostas em museus e galerias nos permite refletir sobre possíveis mudanças nas instituições cinema e arte, e nos regimes de subjetivação historicamente implicados. O presente artigo pretende conduzir a uma reflexão sobre os modos de subjetivação na experiência artística e cinematográfica contemporânea através das obras de Eija-Liisa Athila Consolation Service e Today. Seus dramas humanos permeiam questões sobre os limites do eu e do outro em situações nas quais realidade e ficção não podem ser separadas.

Palavras-chave


dispositivo; instalação; Eija-Liisa Athila; subjetivação

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