Qualidade de vida, condições e autopercepçãoda saúde entre idosos hipertensos e não hipertensos

Dóris Firmino Rabelo, Claudia Lima Feio da Maia, Patrícia Martins de Freitas, Júlio César dos Santos

Resumo


O objetivo foi investigar o estilo de vida, as condições e a auto-percepção da saúde e da qualidade de vida entre idosos hipertensos e não hipertensos do município de Patos de Minas (MG). Participaram 364 idosos, sendo 54,7% hipertensos. Utilizaram-se: anamnese (histórico de saúde, engajamento social, estilo de vida e saúde percebida); Escala de Lawton;
Mini-Exame do Estado Mental; Escala de Qualidade de Vida de Flanagan. Foram feitas estatísticas descritivas, comparativas de grupos, correlação e regressão linear. Os resultados
indicaram que a qualidade de vida foi influenciada pelas atividades física e religiosa, e pela saúde percebida, comparada a contemporâneos. A saúde percebida hoje foi influenciada pelas mesmas variáveis e pela hipertensão arterial. Considerou-se que a continuidade de estudos que investiguem a qualidade de vida e a saúde percebida é necessária para a consolidação de modelos teóricos do desenvolvimento psicossocial de idosos saudáveis ou não.

Palavras-chave


Idosos; Hipertensão arterial; Qualidade de vida

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