MÍSTICA DO EDUCADOR NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA

Luiz Síveres

Resumo


O início do século atual está sendo caracterizado pela continuidade de muitas conquistas, mas também por uma série de desafios, dentre os quais o da própria condição humana, que continua sendo afetada, principalmente na sua subjetividade e intersubjetividade. Esta realidade, juntamente com tantas outras é, fundamentalmente, resquício de uma tensão entre o local e global, entre o pessoal e social, ou entre o material e espiritual, porém tais tendências se conectam e se entrecruzam constantemente, comprometendo, de uma forma ou outra, todos os ambientes institucionais e impactando todos os fenômenos humanos. Neste cenário encontra-se, também, o sistema educativo e o sujeito educador, que, para exercer a sua missão educadora, necessitaria, dentre outras exigências, de uma mística. Neste sentido está se propondo uma mística vinculada à metáfora da “taça de vinho”, que se assemelha mais à estrutura, à forma e à organização da escola, para então reconhecer a relevância do “sabor do vinho”, identificado com a mística educativa como uma disposição de interioridade, uma dinâmica de conectividade e uma experiência de transcendência. Neste contexto é recomendado destacar, também, uma mística do educador por meio de uma energia biológica, um movimento dialógico e uma luz analógica.

Palavras-chave


mística, educador, docência

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