Falsas denúncias e o Diagnóstico diferencial das alegações de abuso sexual

William Bernet

Resumo


O objetivo deste artigo é classificar e definir as várias formas de alegações de abuso sexual infantil, uma vez que os psiquiatras infantis não têm uma forma consistente de classificá-las e em função de não haver definições gerais aceitas sobre as muitas formas as quais as alegações podem surgir. Método: o autor fez uma revisão de 40 artigos, capítulo e livros que contém exemplos de falsas alegações de abuso sexual feitas por crianças e seus cuidadores. Resultado: Este artigo explica os conceitos de programação, sugestão, fantasia, delírio, má interpretação, mentira inocente, mentira deliberada, confabulação, pseudologia fantástica, hiperestimulação, contágio grupal e substituição de figura do agressor. Conclusão: A correta classificação das alegações de abuso sexual é importante tanto no campo clínico como no campo forênsico da psiquiatria. As definições neste artigo, são baseadas em experiências clínicas que deverão ser estudadas através de pesquisas sistemáticas. J.Am. Acad. Child Adoles. Psychiatry, 1993, 32, 5: 903-910.

Este artigo foi publicado originalmente no periódico J. Am. Acad. Child Adolesc. Psychiatry, 32:5, William Bernet, False Statements and the Differential Diagnosis of Abuse Allegations, p.903-910, Direitos autorais Elsevier, 1993.

Tradução Brasileira: Tamara Brockhausen. Psicóloga pela PUC-SP, especialista em psicologia clínica e psicanálise, assistente técnica e perita psicóloga, expert em Alienação Parental e diagnóstico diferencial de abuso sexual infantil, mestranda na USP com tema em Síndrome de Alienação Parental.

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