Vivências Nômades e a Incomunicação nas Organizações

Mônica Maria Martins de Souza

Resumo


A imaginação que une os povos contemporâneos no desejo de felicidade é a mesma que os desagrega, nos lendários relatos da “Torre de Babel”. O animal humano que desde a sedentarização busca a utópica plenitude desenvolve a tecnologia na era do conhecimento, e se perde entre o mítico e o real. Preso entre os dois mundos, sonha, mas é capturado, vítima do capitalismo que o consome, e ao qual se entrega no emaranhado das organizações. Nelas, ele vive atormentado na ilusão de encontrar o paraíso, e de Marco Polo a Steven Jobs, o que o governa oscila do oriente ao ocidente, a dúvida. Nômade, neste cenário de impossibilidades busca vincular-se, representa papéis, contracena em universos simbólicos e na expectativa da satisfação, se depara nos novos territórios com a incomunicação.

Palavras-chave


Vínculos; Universo Simbólico; Territórios; Oriente e Ocidente

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