Descolonizando el poder, las luchas colectivas de jóvenes en la Comuna San José

Patricia Botero Gómez, Aldemar Giraldo, Colectivos en resistencias por la comuna San José

Resumo


Neste artigo analisamos o fenômeno de recolonização material, epistêmica e cultural e as práticas de pilhagem tendo por base as narrativas em disputa que opõem a política oficial de desenvolvimento e a resistência de suas vítimas em uma comunidade da cidade de Manizales-Colômbia. As vozes e práticas de resistência tornam visível um mundo que não está inteiramente dominado pelo ethos individual da civilização da modernidade/pós-modernidade, os clamores da comunidade em resistência dão fundamento a rotas de ação contra a extinção física e moral de uma cultura urbano-popular que preserva formas de vida próprias tanto do mundo rural como do urbano e da pluralidade na vida coletiva. As particularidades da tríade do desenvolvimento - capitalismo de pilhagem, guerra e corrupção - em contextos urbanos, permitem revelar a trama existente entre políticas de sedução e banalidade política em disputa com as lutas pelo território a partir das resistências individuais, coletivas e comunitárias na cidade. As vias de reparação das vítimas do desenvolvimento, não apenas apelam pela restituição econômica do dano e pelo reconhecimento da alteridade como traço cultural fundador da cidade, como também reivindicam transições civilizatórias para promover uma reviravolta no discurso do desenvolvimento urbano a partir dos referenciais que inspiram as práticas cotidianas de uma comunidade à margem da visão econômica do mundo. Nesse sentido, assinalamos a disputa entre os modelos de mundo e a ampliação do significado da democracia a partir do direito popular que se manifesta na comunidade em resistência, com especial atenção para as práticas, sentimentos e pensamentos que tramitam nos coletivos de jovens em suas lutas contra as práticas e discursos oficiais. Palavras-chave: grupos de jovens; ação coletiva de reparação; lei popular; vítimas do desenvolvimento; território urbano.

Palavras-chave


grupos de jovens; ação coletiva de reparação; lei popular; vítimas do desenvolvimento; território urbano

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