Boas maneiras para crianças e jovens: O controle dos corpos na civilidade erasmiana no século XVI

Ana Luisa Pisani

Resumo


Essa comunicação de pesquisa tem por objetivo compartilhar alguns pontos referentes a análise do discurso civilizatório da obra “A Civilidade Pueril” (1530), de Erasmo de Rotterdam (1466*-1536), assim como o seu contexto e repercussão, enfatizando-se as relações entre a infância e a juventude. A partir dessas reflexões que envolvem as diversas dimensões da gestualidade, tanto sociais e religiosas quanto políticas, pretende-se analisar o papel das “boas maneiras” e a constante reelaboração dos espaços, a partir de uma concepção histórica.


Palavras-chave


civilidade, criança, Erasmo, boas maneiras

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-2767.2017v59p373-384

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