EPISTEM(A)LOGIA DO NUMEN E DO SUBLIME

José Altran

Resumo


Por “epistemalogia” sugerimos uma argumentação que sustenta que apenas a arracionalidade poderia nos trazer conteúdos unívocos à percepção. Esta hipótese peculiar, que contraria o logocentrismo onde a história intelectual se aninhou por milênios, anseia novos instrumentos para manejarmos objetos fugidios mas relevantes da experiência humana. Aqui sugerimos que a religião e a arte carregam temas cruciais para tal investigação. Enquanto nossa base epistemológica se ancora em Henri Bergson, tomamos como exemplos para essa argumentação o numen de Rudolf Otto – inefável saturado da experiência mística – e o sublime de Edmund Burke – inefável saturado da experiência estética. A partir desta premissa e destes conceitos, também lançamos vislumbres sobre sua possível expressibilidade.

Palavras-chave


epistemalogia; Bergson; numen; sublime

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