Transtorno do estresse pós-traumático

Carlos Von Krakauer Hübner, João Victor Bernardes dos Santos, Kennedy Silva Ramos, Henrique Mandeli Bueno, Elaine Aparecida Dacol Henna, Ruan Martins

Resumo


Introdução: Nossa sociedade tem assistido a um aumento de eventos que podem se associar a traumas psicológicos; embora uma parte dessa exposição advenha do aumento da violência urbana e de acidentes, não pode ser menosprezado o papel da mídia, estudos sobre a prevalência, fenomenologia, neurobiologia e tratamento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) têm crescido, principalmente na última décadas, a prevalência do transtorno na população é de 10% em homens e 18% em mulheres. Relato de Caso: Relatamos o caso de uma paciente de 25 anos com queixas de forte ansiedade, dores no peito e batedeira há um ano que tiverem como fator desencadeante o suicídio de uma pessoa próxima se jogando na frente de um ônibus. O diagnostico foi feito com bases nos critério do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5.ª edição (DSM-V) e foi optado por tratamento medicamentoso com Paroxetina. Discussão: O diagnostico de TEPT é feito pelo preenchimento de critérios preconizado no DSM-V presente na história e exame psíquico, os principais diagnósticos diferenciais a serem excluídos são Transtornos do Humor e Transtorno do Pânico; o tratamento de primeira linha consiste no uso de Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS), podendo ser associados com benzodiazepínicos, anticonvulsivantes, antipsicóticos de segunda geração e terapias cognitivos comportamentais. Conclusão: Como existem poucos estudos comprovando a capacidade da psicofarmacoterapia com a melhora na qualidade de vida, essa abordagem terapêutica deve ser associada a terapia cognitivo comportamentais.

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