O SUJEITO AUTISTA E SEUS OBJETOS

Maria Anita Carneiro Ribeiro, Maria Helena Martinho, Elisabeth da Rocha Miranda

Resumo


Resumo: Este artigo procura evidenciar que a psicanálise se propõe a
entrar no debate teórico-clínico sobre o autismo, deslocando a ênfase
do caráter genético, inato e comportamental para as perturbações
da linguagem. Longe das técnicas adaptativas, que desejam que o
autista seja uma máquina de alto desempenho, a psicanálise resiste à
normatização. Em oposição ao discurso do mestre, ao discurso da
civilização, a psicanálise escuta o que não se pode reduzir ao transtorno,
testemunhando a divisão do sujeito pelo signi2cante.
Palavras-chave: autismo; objeto; direção do tratamento.

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DOI: https://doi.org/10.5546/peste.v4i2.22116