A Máxima Pragmática e a Prova do Pragmatismo (3): Hábitos e Interpretantes

Christopher Hookway

Resumo


O artigo explora uma estratégia para defender a máxima pragmatista que Peirce discute em um manuscrito de 1907 (MS 318). O manuscrito tenta mostrar que proposições são ligadas a hábitos de ação, mostrando que tais hábitos servem como interpretantes lógicos finais de conceitos ou proposições. Depois de analisar os argumentos empregados, o artigo identifica falhas na sua defesa da máxima pragmatista. Especula-se, então, sobre como a discussão de interpretantes pode ser ligada a uma defesa da máxima pragmatista.


Palavras-chave


Peirce; Pragmatismo; Hábitos; Interpretantes Lógicos; Interpretantes finais; Prova.

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