Investigação e experiência na tradição pragmática

Dennis M. Senchuk

Resumo


Ao explorar algumas questões levantadas pelo recente livro de Victorino Tejera, American Modern: The Path Not Taken, este artigo considera a extensão pela qual a filosofia de C. S. Peirce pode ser encarada como uma partida do Novo Mundo diretamente dos primórdios da Filosofia Européia Moderna. Após detalhar alguns problemas, incluindo distinções entre as metafilosofias cartesiana e peirciana, eu concluo que Peirce pode ser creditado, em primeiro lugar, com uma revisão radical do conceito europeu moderno de experiências, através do que podemos chamar de uma visão semiótica destes problemas (enquanto mediados por signos, enfrentados com processos inferenciais, e amarrados com ações); e, em segundo lugar, com um conceito distinto e poderoso de inquirição científica e filosófica. Voltando-me em seguida para o filosofar aparentemente herdado de John Dewey, eu percebo suas afinidades mais óbvias com o pensamento de Peirce, mas em seguida enfatizo que a própria re-concepção de experiência de Dewey é uma partida ainda mais dramática do conjunto da tradição européia moderna. A experiência, Dewey nos ensina, é essencialmente ativa; não é nunca inteiramente passiva.

Texto completo:

PDF PDF (English)

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Apoio: