As Concepções Negligenciadas de Peirce Sobre a Importância do Indivíduo para o Progresso da Civilização

Nathan Houser

Resumo


Peirce é famoso por sua afirmação de que o homem é um signo e, portanto, essencialmente geral. Ele ainda nos ensinou que uma pessoa é de pouca importância exceto como membro de um grupo social. Contudo, na metafísica peirciana é o individuo que dá existência ao geral, da mesma forma que nos assuntos humanos é o delegado que fornece o poder dinâmico necessário para a regulação da lei civil. Não obstante sua frequente repreensão de que a glória individual deve dar caminho às conquistas comuns, Peirce foi por toda vida fascinado com o fenômeno da grandeza individual. Através de seus estudos sobre os grandes homens, ele concluiu que os indivíduos especiais, aqueles com capacidades e poderes únicos, são responsáveis por muito daquilo que nós contamos como progresso humano e que uma estima exagerada pela moralidade é prejudicial ao progresso científico. O objetivo deste texto é considerar a concepção peirciana, um tanto negligenciada, sobre a importância dos indivíduos como seres distintos de uma comunidade qualquer da qual eles façam parte. Algumas breves comparações serão feitas sobre a visão de Peirce em relação aos indivíduos e às visões mais conhecidas de Nietzsche e outros.

Palavras-chave


Peirce; Indivíduo; Pessoalidade; Gênio; Grandeza.

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