Sujeito metafísico e sujeito empírico: a presença de Schopenhauer na filosofia de Wittgenstein

Edimar Brigido

Resumo


A presença de outros filósofos na atividade filosófica de Wittgenstein sempre foi muito discreta. O filósofo evitou em diversos momentos fazer menção às possíveis fontes que lhe serviram de inspiração. Ainda assim, este artigo ambiciona apurar a influência que o pensamento de Schopenhauer exerceu sobre a filosofia de Wittgenstein, de modo pontual no que diz respeito à distinção entre sujeito metafísico e sujeito empírico. Pretendemos demonstrar que, em decorrência do influxo schopenhaueriano, tanto o realismo empírico quanto o solipsismo transcendental encontram abrigo no bojo tractariano, o que possibilita, em razão desse último – solipsismo transcendental –, apurar a existência de um sujeito ético no pensamento wittgensteiniano.

Palavras-chave


Gênio; Schopenhauer; Sujeito empírico; Sujeito metafísico; Wittgenstein.

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DOI: https://doi.org/10.23925/2316-5278.2019v20i1p13-30

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