O banquete messiânico é para todos

Flávia Luiza Gomes Costa

Resumo


O artigo propõe uma leitura da terceira parte do Evangelho de Marcos (6,30-8,26). O processo hermenêutico perpassará pelo viés de que o escrito evangélico se constitui em uma catequese narrativa onde o autor quer mostrar que Jesus é o Messias que convida ao banquete messiânico tanto judeus quanto pagãos. Assim, o alvo é clarear com a vida de Jesus o momento escuro pelo qual a comunidade pós-pascoal enfrenta com relação ao acesso à boa notícia pelos pagãos. Para tanto a lógica que entrelaça o relato é teológica com um mínimo respeito à cronologia visando a uma mensagem aos cristãos do tempo de Marcos por meio de técnicas de interpretação comumente utilizadas no judaísmo. O propósito teológico é fazer, portanto, compreender que o ensino de Jesus é alimento para os israelitas e também para os pagãos sendo evidenciada a total incompreensão dos discípulos diante dessa realidade.

Palavras-chave


Judeus; Pagãos; Alimento; Boa notícia; Banquete messiânico

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DOI: https://doi.org/10.19176/rct.v0i76.14893

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