Concepções clínicas em fonoaudiologia: relação com a medicina e a psicanálise ou sera que só é possível filosofar em alemão?

Maria Claudia Cunha

Resumo


Em novembro de 1988, o Programa de estudos Pós-Graduados em Distúrbios da Comunicação da PUCSP promoveu uma mesa de debates cujo tema era exatamente o título deste trabalho. O subtítulo, entretanto, revela a minha interpretação pessoal do tema. Convidada a integrar o debate – juntamente com a professora Suzana Magalhães Maia, o professor Mauro Spinelli e o professor Luiz Augusto de Paula Souza -, optei por centra a minha participação nas questões de natureza epistemológica que, a meu ver, o tema naturalmente implica. Assim, abordando a clínica medica e a clínica psicanalítica em relação e de forma crítica, busquei, a partir deste contexto, refletir sobre a clínica fonoaudiológica na perspectiva do tecnicismo desenfreado (herança do modelo médico?) por um lado, e do ‘humanismo caricato’ (carência de heranças psicanalíticas?) por outro. Sem pretensões a uma profundidade caricata e/ou hipótese desenfreadas.

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