Evidências da existência de um processo encefalopático crônico pós-isquêmico. Perspectivas para a efetividade dos métodos fisioterápicos e para o tratamento de pacientes afásicos

Cícero G. Coimbra

Resumo


Experimentalmente, a ocorrência de hipertermia após isquemia cerebral determinou o desencadeamento de um processo inflamatório crônico, associado à continuada perda de novos neurônios. Por outro lado, a antipirexia durante a fase inicial de recuperação evitou a neurodegeneração crônica posterior. A confirmação desses fenômenos em pacientes vítimas de acidente cérebro-vascular isquêmico (freqüentemente acometidos por complicações clínicas associadas à hipertemia) tem profundas implicações pra a recuperação das seqüelas próprias dessa situação, entre as quais se inclui a afasia. O desenvolvimento de terapêuticas farmacológicas capazes de bloquear tal processo neurodegnerativo pode ensejar a desejada reorganização estrutural do tecido nervoso em resposta à fisioterapia e aos métodos fonoaudiológicos.

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