A objetividade e subjetividade na fonoaudiologia

Ruth Ramalho Ruivo Palladino

Resumo


Ao se circundar o campo fonoaudiológico e qualifica-lo como tendo uma natureza clínico-terapêutica, a questão da subjetividade é, obrigatoriamente, maximizada. O espaço terapêutico é intervalar, inscreve-se numa intermitência discursiva, num texto que vai abrigar todo o tratamento, num texto constituído por experiências distintas de linguagem, experiências singulares relativas ao pathos. Assim é que objetividade não encontra lugar nesta situação discursiva, neste espaço que é radicalmente discursivo.

Palavras-chave


objetividade, subjetividade, aporte terapêutico, discurso.

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