E quando o cliente é o bebê? Particularidades da intervenção fonoaudiológica em bebes portadores de deficiência auditiva

Márcia Cristina da Mota Ferreira, Beatriz C. Novaes

Resumo


A implantação dos programas de identificação de perdas auditivas nas maternidades faz com que os recém-nascidos sejam diagnosticados e encaminhados para intervenção terapêutica fonoaudiológica logo nos primeiros meses de vida. O fonoaudiólogo vem se deparando com um novo cliente: o bebê. A presente pesquisa tem como objetivo discutir a questão de bebês deficientes auditivos em processo terapêutico, especificamente no que diz respeito ao processo de conhecimento entre eles e suas mães. Através de dados obtidos de grupos de mães de bebês, de entrevista com uma mãe cujo filho é portador de deficiência auditiva e de entrevistas com duas fonoaudiólogas, pudemos delinear algumas particularidades desse novo cliente e de técnicas envolvidas na intervenção terapêutica e na indicação de aparelhos de amplificação sonora. Fica evidente a necessidade de aprofundarmos nosso papel de observadores diante da sutileza dos comportamentos dos bebês, para que possamos não interferir em seu desenvolvimento saudável e natural.

Palavras-chave


bebês, fonoaudiologia, diagnóstico precoce, deficiência auditiva, triagem auditiva.

Texto completo:

PDF

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




A revista Distúrbios da Comunicação e os textos aqui publicados estão licenciados com uma Licença Creative Commons Attribution-NoDerivatives 4.0 International. Baseado no trabalho disponível em https://revistas.pucsp.br/dic. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://revistas.pucsp.br/dic.