Sintomas vocais, grau de quantidade de fala e de volume de voz de professores

Joziane Padilha Lima, Vanessa Veis Ribeiro, Vanessa Veis Ribeiro, Carla Aparecida Cielo, Carla Aparecida Cielo

Resumo


Objetivo: caracterizar e comparar a autoavaliação de quantidade de fala e volume de voz, laboral e extralaboral, e correlacionar com os sintomas vocais de professores. Material e método: a amostra constituiu-se de 114 professores, com idade entre 20 e 66 anos, média de 37,76 anos, sendo 102 do sexo feminino e 12 do sexo masculino. Todos os professores foram convidados a preencherem os protocolos Escala de Sintomas Vocais e Autoavaliação do Grau de Quantidade de Fala e Volume de Voz. As variáveis foram analisadas estatisticamente através do teste de Correlação de Pearson e ANOVA, com nível de significância de 5%. Resultados: as médias do grau de quantidade de fala e do grau de volume de voz foram maiores na situação laboral, com diferença significativa; houve correlação positiva entre grau de quantidade de fala e o grau de volume de voz em situação laboral, e os escores dos domínios de sintomas vocais. Conclusões: verificou-se que os professores necessitam aumentar a sua demanda vocal, assim como o volume da voz em situação laboral, e que esses aspectos influenciam de maneira negativa nos sintomas vocais.


Palavras-chave


Avaliação em Saúde; Docentes; Saúde do Trabalhador;Voz

Texto completo:

PDF

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




A revista Distúrbios da Comunicação e os textos aqui publicados estão licenciados com uma Licença Creative Commons Attribution-NoDerivatives 4.0 International. Baseado no trabalho disponível em https://revistas.pucsp.br/dic. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://revistas.pucsp.br/dic.