Apraxia de fala na infância: para além das questões fonéticas e fonológicas

Paloma Rocha Navarro, Priscila Mara Ventura Amorim Silva, Sonia Maria Sellin Bordin

Resumo


Este artigo propõe a análise e a discussão, com base na Neurolinguística Discursiva, dos aspectos neurofisiológicos, psíquicos, cognitivos, linguísticos e sociais pertinentes ao processo de aquisição de linguagem de crianças ouvintes com “Apraxia de Fala”. A partir da revisão bibliográfica da área, recobrindo avaliação e tratamento fonoaudiológico tradicionalmente destinados àquelas crianças, ampliamos, com base em uma abordagem discursiva de língua e linguagem, nossas reflexões sobre a criança com apraxia. Observamos, assim, que, para além das alterações fonoarticulatórias, estão envolvidas na criança questões importantes, pertinentes e referentes ao seu período de balbucio, à conformação neurofuncional da memória dos gestos articulatórios e aos processos constitutivos do diálogo enquanto matriz de significação.


Palavras-chave


Fonoaudiologia; Apraxia; Criança; Língua; Linguagem

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-2724.2018v30i3p-475-489

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