A função e as fronteiras da crítica segundo T. S. Eliot

Letícia de Souza Gonçalves

Resumo


Formular conceitos de literatura e crítica é uma tarefa árdua a qualquer estudioso no assunto. No entanto, o poeta, dramaturgo e crítico inglês Thomas Stearns Eliot (1888 – 1965) é autor de teorias a respeito da constituição literária de uma sociedade e propagador de ideais críticos tangenciados por uma teoria literária vigente. Para este artigo, selecionamos dois ensaios do autor com o intuito de explicitar seus apontamentos a respeito da literatura e da crítica literária e apresentar possíveis modificações teóricas, uma vez que há o intervalo de trinta e três anos entre a publicação do primeiro e a do segundo ensaio. Algumas de suas ressalvas nos auxiliam a visualizar o processo de transição e adaptação e, dessa forma, compreendê-lo de maneira plena, já que T. S. Eliot transita em ambos os meios – literatura e crítica. A função da crítica (1923) e As fronteiras da crítica (1956) sintetizam seu pensamento crítico e englobam conceitos primordiais a respeito da estreita ligação entre literatura e crítica.

Palavras-chave


T. S. Eliot; nova crítica; função; fronteiras.

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