BRANCO E VERMELHO: PONTO DE CONTATO ENTRE A POÉTICA DE CAMILO PESSANHA E A DE HERBERTO HELDER

Tatiana Aparecida Picosque

Resumo


O poema Branco e Vermelho de Camilo Pessanha veio a lume no jornal macaense Ideia Nova, em 1929, e passou a integrar Clepsidra na edição de 1969. Herberto Helder escolheu este célebre poema para compor o seu livro de antologia moderna chamado Edoi Lelia Doura (1985) e, a partir desse fato, pretendemos compreender em que medida Branco e Vermelho é afim à poética herbertiana. Considerando-o um metapoema, realizaremos uma leitura que contemple a reflexão sobre o fazer poético nos dois autores. Será interessante contrastarmos as duas poéticas vislumbrando a leitura que um poeta-crítico contemporâneo efetuou sobre o texto do escritor simbolista, leitura que, por sua vez, pode contribuir ao tratamento do poema pela crítica.

Palavras-chave


poesia portuguesa contemporânea, Herberto Helder, Camilo Pessanha, metapoesia.

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