A moderna grafia dos passos: flânerie e olhar cinematográfico em Pathé-Baby

Frederico Spada Silva, Renato Cordeiro Gomes

Resumo


Pathé-Baby (1926) marca a estreia editorial de António de Alcântara Machado (1901-1935). Também publicadas (em parte) no Jornal do Comércio, de São Paulo, estas crônicas de sua viagem à Europa, em 1925, são aqui analisadas a partir de sua estreita ligação com a estética futurista, enfocando seu intenso e inovador diálogo entre literatura, cidade, cinema e artes plásticas, em que se destacam o ritmo alucinante (flashes), a busca pelo novo (o moderno) e as ironias às cidades-museus do Velho Mundo visitadas pelo cronista-flâneur.


Palavras-chave


Modernismo brasileiro; António de Alcântara Machado; Vanguarda

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