“Valei-me, são Wittgenstein”: poesia e filosofia da linguagem em Paulo Henriques Britto

Miguel Heitor Braga Vieira

Resumo


O artigo propõe uma leitura analítica da obra de Paulo Henriques Britto a partir da interlocução com a filosofia da linguagem. Para tanto, lança mão de bases conceituais de Ludwig Wittgenstein, sobretudo de ideias a respeito de linguagem apresentadas no Tractatus logico-philosophicus e nas Investigações filosóficas, que revelam, por fim, um íntimo diálogo entre o poeta brasileiro e o filósofo austro-britânico.

 


Palavras-chave


Paulo Henriques Britto; Wittgenstein; filosofia da linguagem

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2017 FronteiraZ : Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

FronteiraZ está indexada em:

Apoio: