Revolução Haitiana
marco do imponderável fraternal
DOI:
https://doi.org/10.23925/ddem.n17.72378Palavras-chave:
Direitos humanos, Princípio da Fraternidade, Liberdade e emancipaçãoResumo
Este estudo pretende revelar as conjunturas da Revolução Haitiana, sob a luz do lema da Revolução Francesa (1789). Utiliza-se como metodologias, a abordagem dedutiva, o procedimento monográfico e a técnica de pesquisa bibliográfica. O Haiti, primeiro país latino-americano a se declarar independente e, primeira república negra do mundo, foi conquistado pelo imperialismo espanhol. Com uma localização geográfica estratégica, facilitava o contrabando de mercadorias e bens e, atraía a atenção pelo solo fértil e riquezas naturais. Amargou os estragos do colonialismo, enfrentou a violência conquistadora, com a dizimação dos índios. Com isso, a Espanha traficou negros africanos para a mão-de-obra nas plantações. As disputas entre Espanha, Inglaterra e França foi intensa. Em 1791, iniciou a Revolução Haitiana. A insurreição era inaceitável e inconcebível pela metrópole. As palavras de ordem da Revolução Francesa seguiram para a colônia e, mesmo silenciada, a Revolução Haitiana desponta as nuances da fraternidade justificando-se as mazelas contemporâneas das e nas relações humanas e sociais.
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