v. 8, n. 1 (2020)

Não por acaso, o século XVIII foi chamado de o século das Luzes, cujas ideais principais foram a liberdade, a igualdade, a humanidade na expressão da Revolução Francesa, mas também a tolerância.   Não se trata apenas do uso de uma expressão – Luzes – e sua equivalência a um período histórico, mas a ampla renovação intelectual e cultural iniciada no Renascimento que visava afirmar o triunfo da razão em diversos campos do saber. Como todo movimento histórico, seu processo de formação foi lento e teve início ainda na segunda metade do século XVII, para se consolidar na sequência. Gradativamente, solidificou-se a crítica ao longo período medieval e a seu suposto obscurantismo, apenas superado pelo advento da modernidade. Para o século das Luzes há um tempo das sombras ao qual ele se opõe, ou seja, um tempo de tutela da razão pelos poderes teológico e político.

Sumário

Editorial
Poliética Revista de Ética e Filosofia Política
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3-7

Dossiê

Antônio Hélio Cabral
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8-10
Celso Favaretto
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11-25
Christophe Martin
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26-62
Salma Tannus Muchail
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63-70
Paolo Quintili
71-83
Paulo Saldiva
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84-93
Pedro Estevam Alves Pinto Serrano
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94-125

Estrevistas

 
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126-137

Resenhas

Silvana Tótora
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138-164

Artigos

Jean Felipe de Assis
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165-188
Clarides Henrich de Barba, Rosa Maria Feiteiro Cavalari
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189-219