Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • Acta Semiotica, revista internacional, publica textos em francês, português, italiano, espanhol e inglês.

     

  • Exige-se de todo artigo não somente a pertinência teórica do propó­sito mas também o máximo de precisão e de clareza na expressão, condição indispensável ao fortalecimento dos laços entre a reflexão semiótica e o mundo da vida tanto quanto o mundo do saber que circunda a disciplina. Para fazer a semiótica existir enquanto projeto de ciência, é à comunidade intelectual em seu conjunto que deve se dirigir, e não exclusivamente a outros semioticistas.

  • Os textos recebidos no site da revista são transmitidos pelo secretariado à redação, que inicia o processo de avaliação.

  • Encomendados ou propostos, os textos são submetidos, dependendo dos problemas abordados, quer à avaliação cega de experts escolhidos no seio da equipe redacional (os 55 membros dos comitês da revista), quer à apreciação de competências exteriores, se for necessário.

  • Os trabalhos são avaliados com base em critérios epistemologicamente fundados (e não apenas puramente formais).

  • Os textos enviados deverão estar salvos em Word e se conformar ao sistema de diagramação, bem como aos princípios de apresentação dos dados bibliográficos adotados pela revista. As normas são as da tradição editorial mais clássica nas publicações em ciências humanas e sociais nas diferentes línguas da revista (ver, por exemplo, editora Perspectiva, ou, para os textos em francês, éditions du Seuil, Presses Universitaires de France, etc.). Para mais detalhes, ver a diagramação de Acta Semiotica, 1, 2021.

  • Os textos devem ser inéditos e não estar sendo avaliados por outra revista.
  • Os dados e informações enviados durante o processo de submissão serão usados exclusivamente no processo de avaliação e publicação da revista e não serão compartilhados a terceiros para outras finalidades.

  • Os autores conservam os direitos autorais dos textos publicados e concedem à revista o direito de primeira publicação, com licenciamento simultâneo em Creative Commons Attribution.

Diretrizes para Autores

Acta Semiotica publica artigos (textos inéditos ou traduções) pertinentes na área geral da semiótica estrutural e seus desdobramentos desde os anos 1990 até hoje. É a revista de um grupo internacional de pesquisadores de origem e de orientação heterogêneas, mas ligados por um conjunto de opções epistemológicas e teóricas saídas essencialmente da obra de A.J. Greimas. Esta filiação define a identidade da revista dentro do campo diversificado que constitui a semiótica no mundo atual. No entanto, Acta Semiotica não será o órgão dogmático de uma “escola”. Muito além da simples ilustração de um aparelho analítico herdado dos anos 1960-70, o objetivo é desenvolver uma semiótica à altura do nosso tempo, o que supõe tanto abertura de espírito, quanto coerência teórica interna.

A revista publica dois números por ano. Uma parte deles é organizada na forma de Dossiês em torno das problemáticas dos fóruns de debates promovidos pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas. As outras partes de cada numero incluem artigos agrupados nas rubricas “Aberturas teóricas” e “Descrições e análises”. As rubricas “Le point sémiotique”, “Dialogue”, “In vivo” e “Bonnes feuilles” são ligadas a questões de atualidade tocando o desenvolvimento da disciplina.

Le point sémiotique

A l’occasion d’une publication significative, d’un débat public d’actualité ou de quelque événement marquant (les prétextes peuvent être les plus divers), la rubrique Le point sémiotique a pour but de permettre tour à tour à des auteurs différents, sémioticiens ou non mais intéressés par l’évolution de la discipline, de réfléchir sur la conjoncture et de présenter leurs observations sur la situation de la recherche sémiotique — en général ou plus spécialement telle qu’entendue dans la présente revue —, sur ses perspectives et les problèmes qu’elle rencontre, sur les relations entre les divers courants sémiotiques et face aux autres sciences sociales, ou même, plus largement encore, sur le rôle que la sémiotique, sous ses diverses formes, remplit ou pourrait remplir dans le contexte culturel, social, politique du moment.

Dialogue

Trouveront place dans la rubrique Dialogue des articles rédigés en réponse à des contributions précédemment publiées dans Acta Semiotica ou suscités par la lecture de textes d’autres provenances touchant le développement des problématiques sémiotiques en général, que ce soit sur un plan conceptuel et théorique ou en vue de l’approche d’un domaine particulier. Conçue comme un espace de confrontation intellectuelle, de débat ou même de controverse scientifique, cette rubrique a pour but d’entretenir un esprit de critique constructive. Elle a pour condition à la fois la propension de tout lecteur à exercer un regard critique sur ce qui se publie, et de la part des auteurs la disposition à accepter le débat en répondant aux questionnements dont leurs travaux peuvent faire l’objet, à condition bien sûr que la critique soit argumentée et pertinente.

In Vivo

A la limite ténue qui sépare le discours de la recherche proprement dite d’une libre réflexion sur « la vie », on peut imaginer une sémiotique in vivo, qui, laissant momentanément de côté les exigences habituelles de mise en forme conceptuelle, de systématisation ou de modélisation — autrement dit, de passage à un niveau de généralité impersonnel —, se développerait tout au plus comme un effort personnel pour regarder sémiotiquement l’expérience même, en train d’être vécue ou pensée rétrospectivement comme faisant énigme. Acta Semiotica, revue qui prétend retrouver l’élan initial d’une sémiotique « vivante », se doit de réserver aussi une place à cette forme d’écriture sémiotique proche de l’essayisme, illustrée en premier lieu par R. Barthes, dans les Mythologies, mais aussi par quelques-uns des esprits des plus rigoureux parmi les sémioticiens (cf. notamment M. Hammad, Aux racines du Proche-Orient arabe, ou Manarades, Paris, Geuthner, 2003). La rubrique « In vivo » répond à cette exigence.

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