Ética de los afectos en tiempos de violencias y autoritarismo
en defensa del bien común
DOI:
https://doi.org/10.23925/1982-6672.2025v17i52p138-155Palabras clave:
Baruch Espinosa. Ética de los afectos. Autoritarismo. Progreso.Resumen
Al tener en cuenta el contexto histórico actual, marcado por la ola de discurso del odio, la intolerancia a los inmigrantes y el ascenso de la extrema derecha en el mundo, este artículo tiene como objetivo presentar un trípode crítico de la superstición, el progreso y la servidumbre desde la perspectiva de la ética de los afectos, propuesta por el filósofo holandés del siglo XVII Baruch Espinosa. Para ello, se estableció un diálogo entre la crónica "Mineirinho", escrita por Clarice Lispector, y la metáfora" Angelus Novus" sobre el ángel de la historia, creada por Walter Benjamin. El artículo concluye que es necesario luchar por otra concepción del pasado que tenga en el horizonte una razón que anticipe nuestra ira y nuestro descontento, pues, en un contexto marcado por la falta de capacidad de ira y de asombro ante la realidad, hemos perdido la brújula ético-política.
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