Preferência dos profissionais da unidade de terapia intensiva neonatal pelo uso da sonda nasogástrica ou orogástrica

Autores

  • Janaina de Alencar Nunes Universidade Vila Velha (UVV)
  • Esther Mandelbaum Bianchini Programa de Pós-graduação, Mestrado Profissional em Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida - UVA
  • Hanna Marinho Martins Universidade Vila Velha
  • Sara Emanuele Calheiros Universidade Vila Velha

Palavras-chave:

recém-nascido, prematuro, fonoaudiologia, métodos de alimentação.

Resumo

INTRODUÇÃO: A sondagem gástrica é um procedimento imprescindível no auxílio à nutrição de recém-nascido prematuro. OBJETIVO: Identificar a preferência dos profissionais da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) em relação à escolha do tipo de sonda de alimentação nasogástrica (SNG) ou orogástrica (SOG). MÉTODO: Fizeram parte desta pesquisa 38 profissionais da UTIN, os quais foram divididos em dois grupos: GSOG composto pelos profissionais que preferem a sonda orogástrica e GSNG, composto pelos profissionais que preferem a sonda nasogástrica. O instrumento de pesquisa utilizado com os profissionais foi um questionário que abrange: identificação, formação, titulação, local de trabalho, questões referentes à preferência pela sonda utilizada na UTIN, e as justificativas dos profissionais em relação à melhor sonda de alimentação. RESULTADOS: Os dois grupos, GSNG e GSOG apresentaram o mesmo percentual de preferência pela SNG e SOG, ambos com 50%. Quanto às justificativas para a escolha do tipo de sonda, as mais citadas pelo GSNG foram: facilitar a estimulação orofacial e sucção não nutritiva (68,4%) e facilitar o estímulo à sucção do seio materno (57,9%), já os membros do GSOG apresentaram como justificativas, não interferir na respiração nasal (84,2 %) e causar menos traumas na cavidade nasal (78,9%). CONCLUSÃO: Foi possível observar que metade dos profissionais da UTIN prefere a SOG, por não interferir na respiração nasal, causar menos traumas na cavidade nasal e proporcionar melhor fixação. Já a outra metade dos profissionais entrevistados prefere a SNG, pois facilita a estimulação orofacial, a sucção não-nutritiva e a estimulação da sucção no seio materno.

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Biografia do Autor

Janaina de Alencar Nunes, Universidade Vila Velha (UVV)

Doutoranda em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Esther Mandelbaum Bianchini, Programa de Pós-graduação, Mestrado Profissional em Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida - UVA

Doutora em Ciências FMUSP, Professora adjunto do Programa de Pós-graduação, Mestrado Profissional em Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida - UVA

Hanna Marinho Martins, Universidade Vila Velha

Fonoaudióloga.

Sara Emanuele Calheiros, Universidade Vila Velha

Fonoaudióloga.

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Publicado

2014-05-12

Como Citar

Nunes, J. de A., Bianchini, E. M., Martins, H. M., & Calheiros, S. E. (2014). Preferência dos profissionais da unidade de terapia intensiva neonatal pelo uso da sonda nasogástrica ou orogástrica. Distúrbios Da Comunicação, 26(2). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/15774

Edição

Seção

Artigos