A infinitude na religião: quando uma vida só não basta

Eliane Garcia Rezende, Flamínia Manzano Moreira Lodovici, Maria Helena Villas Bôas Concone

Resumo


A morte pode ser interpretada também como um produto social e histórico. No âmbito da espiritualidade ela é construída como uma transcendência do viver e transforma-se em uma passagem para o lado de lá, estabelecendo uma continuidade da vida no mundo não visível. Livros autodenominados espíritas e/ou espiritualistas em língua portuguesa, dentro do reinante pluralismo religioso no Brasil, contam a epopeia de espíritos cujo avanço espiritual exige numerosas reencarnações, visando a contínuas mudanças para seu aperfeiçoamento. Nesse processo, a morte nada mais é que uma passagem na Vida do espírito que paulatinamente vence etapas e apaga a finitude, passando de “espírito encarnado” a “desencarnado”.

Palavras-chave


Finitude; Religiosidade; Vida-Morte; Velhice

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-901X.2012v15iEspecial12p48-65

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