Prevalência da Síndrome da Fragilidade em idosos residentes em Instituição de Longa Permanência na cidade de São Paulo

Micheli Oliveira Rodrigues Regis, Daniela Alcântara, Gabriela Correia de Almeida Goldstein

Resumo


Este estudo objetivou identificar, através de Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), a prevalência da Síndrome da Fragilidade (SF), em um grupo de idosos institucionalizados há mais de um ano. Participaram do estudo 24 idosos com média de idade de 80,3 ± 3,7 anos, sendo que 50% destes idosos apresentaram diagnóstico de “Fragilidade”; 25% foram considerados não frágeis; e 25% foram classificados em fase de transição (pré-frágil). Resultados que nos levam a refletir que todo o indivíduo é singular e, sempre que avaliado, deve ser considerado o contexto no qual está inserido. Quanto mais minuciosa e precoce a avaliação, maiores as chances de se impedir o avanço do processo de piora progressiva da funcionalidade. Investigar um idoso frágil requer olhar minucioso, experiência por parte do profissional, e principalmente ter em mãos um material de fácil aplicabilidade, baixo custo e risco mínimo de viés.

Palavras-chave


Idoso; Avaliação Geriátrica Ampla; Idoso frágil.

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-901X.2013v16i2p251-262

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