Considerações sobre sujeito, memória e linguagem, a partir da escuta dos relatos de duas idosas institucionalizadas

Talita Baldin, Juliana Marcolino-Galli

Resumo


A rotina na Instituição de Longa Permanência para Idosos pode favorecer a alienação subjetiva, perda da função comunicativa da fala e “apagamento” da memória. Por meio de relatos autobiográficos de idosas institucionalizadas, perceberam-se memórias cristalizadas em vivências significativas e o distanciamento do outro e da realidade da instituição, apontando para necessidade de um espaço em que “memórias” possam ser ouvidas.

 

 


Palavras-chave


Envelhecimento; Linguagem; Institucionalização.

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-901X.2014v17i2p153-177

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