Cuidando do paciente com Síndrome Demencial: a sobrecarga do cuidador principal

Autores

  • Renata Truglia Soares Fisioterapia, especialista em Gerontologia, UNIFESP.
  • Caroline Gomes Ferreira Caroline Gomes Ferreira - Fisioterapeuta, Mestre em Ciências, UNIFESP e Especialista em Gerontologia, SBGG/UNIFESP. E-mail: carolgfisio@gmail.com
  • Vanessa da Nobrega Dias Fisioterapia, Mestranda, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.
  • Naira de Fátima Dutra Lemos Ciências da Saúde, UNIFESP. Coordenadora do Programa de Assistência Domiciliária ao Idoso, PADI. Disciplina de Geriatria e Gerontologia, Escola Paulista de Medicina /UNIFESP.
  • Juliana Maria Gazzola Fisioterapia. Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-901X.2016v19i2p309-325

Palavras-chave:

Cuidado, Cuidador principal, Síndrome Demencial.

Resumo

O processo de envelhecimento acarreta ao indivíduo mudanças fisiológico-funcionais, com crescimento da demanda do cuidado, decorrente das limitações e perda da capacidade funcional. Ocorre aumento das doenças crônico-degenerativas, como as demências, caracterizadas por síndromes de etiologias diversas, cujo aspecto fundamental é o prejuízo da memória, e de, pelo menos, outra função cognitiva (linguagem, praxia, gnosia ou funções executivas), comprometendo o funcionamento ocupacional ou social, representando declínio funcional. Quanto maior a dependência de um indivíduo, maior a sobrecarga do cuidador; daí, ser importante considerar a sobrecarga como aspecto merecedor de investigação detalhada para guiar uma intervenção que auxilie no processo de cuidar. Objetiva este estudo verificar se há associação entre o nível de sobrecarga e as variáveis sócio-demográficas, clínicas e psico-cognitivas de cuidadores e pacientes idosos com Síndrome Demencial. Estudo analítico, de corte transversal, amostra por conveniência, com 20 cuidadores de idosos com SD. Concluiu-se que os maiores níveis de sobrecarga estão em cuidadores de idosos com SD e doença pulmonar, sem vida conjugal, do sexo feminino, aos quais se associam a irritabilidade e grau de parentesco com o dementado; os filhos, com os maiores níveis. Menor sobrecarga nos cuidadores que praticavam atividade física e sem histórico de queda.

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Biografia do Autor

Renata Truglia Soares, Fisioterapia, especialista em Gerontologia, UNIFESP.

Fisioterapeuta especialista em Gerontologia, UNIFESP.

 

Caroline Gomes Ferreira, Caroline Gomes Ferreira - Fisioterapeuta, Mestre em Ciências, UNIFESP e Especialista em Gerontologia, SBGG/UNIFESP. E-mail: carolgfisio@gmail.com

Fisioterapeuta, Mestre em Ciências, UNIFESP e Especialista em Gerontologia, SBGG/UNIFESP.

 

Vanessa da Nobrega Dias, Fisioterapia, Mestranda, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.

Fisioterapeuta, Mestranda, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.

 

Naira de Fátima Dutra Lemos, Ciências da Saúde, UNIFESP. Coordenadora do Programa de Assistência Domiciliária ao Idoso, PADI. Disciplina de Geriatria e Gerontologia, Escola Paulista de Medicina /UNIFESP.

Assistente Social. Mestre em Ciências da Saúde, UNIFESP. Coordenadora do Programa de Assistência Domiciliária ao Idoso, PADI. Disciplina de Geriatria e Gerontologia, Escola Paulista de Medicina /UNIFESP.

 

Juliana Maria Gazzola, Fisioterapia. Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.

Fisioterapeuta e Doutora em Ciências, UNIFESP, Docente do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia, UFRN.

 

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Publicado

2016-06-30

Como Citar

Soares, R. T., Ferreira, C. G., Dias, V. da N., Lemos, N. de F. D., & Gazzola, J. M. (2016). Cuidando do paciente com Síndrome Demencial: a sobrecarga do cuidador principal. Revista Kairós-Gerontologia, 19(2), 309–325. https://doi.org/10.23925/2176-901X.2016v19i2p309-325

Edição

Seção

Artigos