Autopercepção da saúde bucal a usuários de prótese, adultos mais velhos

Autores

  • Tássio de Menezes Graduado em Odontologia. Mestrando em Promoção da Saúde, Centro Universitário de Maringá - Unicesumar/ICETI.Atualmente é gerente, ORAL SIN.
  • Sônia Maria Marques Gomes Bertolini Graduada em Fisioterapia. Mestrado e Doutorado em Ciências Morfofuncionais, Universidade de São Paulo, USP. Atualmente é professora titular do Centro Universitário de Maringá e professora associada da Universidade Estadual de Maringá. Coordena o Mestrado em Promoção da Saúde da UNICESUMAR. Pesquisadora do Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação, ICETI, Líder do grupo de pesquisa Atividade Física e Envelhecimento.
  • Ely Mitie Massuda Pós-Doutorado em Economia, Université de Sehrbrooke (Canadá). Doutorado em História Econômica, USP. Docente do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento nas Organizações Unicesumar, Centro Universitário de Maringá.

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-901X.2020v23i1p47-63

Palavras-chave:

Fatores socioeconômicos, Prótese dentária, Boca edêntula.

Resumo

A presente pesquisa teve como objetivo principal analisar a autopercepção de adultos usuários de prótese dentária, a partir de 50 anos de idade, quanto às condições de saúde bucal. Pesquisa de cunho qualitativo, quantitativo, e transversal, se efetivou por meio do instrumento Geriatric Oral Health Assessment Index (GOHAI), duas questões fechadas, questionário sociodemográfico e análise clínica. A média do índice GOHAI foi considerada ruim, observando-se a relação entre renda e a autopercepção da saúde bucal constatada desse modo - ruim. Todos os participantes revelaram ter algum problema com os dentes, a gengiva ou a prótese, o que não deixa de ser preocupante no limiar da velhice.

 

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Biografia do Autor

Tássio de Menezes, Graduado em Odontologia. Mestrando em Promoção da Saúde, Centro Universitário de Maringá - Unicesumar/ICETI.Atualmente é gerente, ORAL SIN.

Graduado em Odontologia. Mestrando em Promoção da Saúde, Centro Universitário de Maringá - Unicesumar/ICETI.Atualmente é gerente, ORAL SIN.

 

Sônia Maria Marques Gomes Bertolini, Graduada em Fisioterapia. Mestrado e Doutorado em Ciências Morfofuncionais, Universidade de São Paulo, USP. Atualmente é professora titular do Centro Universitário de Maringá e professora associada da Universidade Estadual de Maringá. Coordena o Mestrado em Promoção da Saúde da UNICESUMAR. Pesquisadora do Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação, ICETI, Líder do grupo de pesquisa Atividade Física e Envelhecimento.

Graduada em Fisioterapia. Mestrado e Doutorado em Ciências Morfofuncionais, Universidade de São Paulo, USP. Atualmente é professora titular do Centro Universitário de Maringá e professora associada da Universidade Estadual de Maringá. Coordena o Mestrado em Promoção da Saúde da UNICESUMAR. Pesquisadora do Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação, ICETI, Líder do grupo de pesquisa Atividade Física e Envelhecimento.

ORCID iD: https://orcid.org/0000-0003-2579-7362

 

Ely Mitie Massuda, Pós-Doutorado em Economia, Université de Sehrbrooke (Canadá). Doutorado em História Econômica, USP. Docente do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento nas Organizações Unicesumar, Centro Universitário de Maringá.

Pós-Doutorado em Economia, Université de Sehrbrooke (Canadá). Doutorado em História Econômica, USP. Docente do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Programa de Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento nas Organizações Unicesumar, Centro Universitário de Maringá.

 

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Publicado

2020-03-30

Como Citar

Menezes, T. de, Bertolini, S. M. M. G., & Massuda, E. M. (2020). Autopercepção da saúde bucal a usuários de prótese, adultos mais velhos. Revista Kairós-Gerontologia, 23(1), 47–63. https://doi.org/10.23925/2176-901X.2020v23i1p47-63

Edição

Seção

Artigos