Mimesis do esquecimento em D. Quixote
Palabras clave:
D. Quixot, mimesis, memória, esquecimento, narrativaResumen
É o decoro das narrativas antigas, como a épica, por exemplo, engendrarem-se na memória, sacando a matéria em lugares espalhados na mitologia, na história e na própria poesia. Ao se iniciar e se compassar pelo esquecimento, O engenhoso fidalgo D. Quixote de la Mancha não se oporia à poesia, porém, engenhosamente, contraria-lhe a mão, revertendo e deixando à mostra uma das direções do épico tramadas na ação única, ou seja, a narrativa novelesca.Métricas
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Cómo citar
Silva, J. L. da. (2011). Mimesis do esquecimento em D. Quixote. Kalíope. Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados Em Literatura E Crítica Literária, 7(14). Recuperado a partir de https://revistas.pucsp.br/index.php/kaliope/article/view/7891
Número
Sección
Artigos