Frida Kahlo no surrealismo

Sonho e autoficção

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/lf.v17i2.73286

Palavras-chave:

Surrealismo, pintura, Frida Kahlo

Resumo

Frida Kahlo traz em suas pinturas as marcas da cultura de seu país, o México. No entanto, é inegável a presença do surrealismo por contatos da pintora com André Breton e também com os trabalhos de Diego Rivera, ainda que ele registrasse suas inquietações por meio de murais em que as questões sociais fossem seu alvo.  O objetivo deste artigo é mostrar o surrealismo nas obras da pintora com o sonho e a autoficção pelas telas analisadas em metodologia qualitativa com olhares semiótico - psicanalíticos de autores como Santaella (2024), de Freud (2019) e do manifesto de Breton (2024) sobre o surrealismo. Percebe-se empoderamento e o mal-estar contemporâneo nas obras de Kahlo.

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Biografia do Autor

Jorgina Francisca Severino dos Santos, Pontíficia Universidade Católica de São Paulo

Graduada em Ciências Sociais e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP.

Roseli Gimenes, Pontíficia Universidade Católica de São Paulo

Pós doutora em Comunicação e Semiótica PUC-SP; Doutora em Tecnologias da Inteligência e Design Digital PUC-SP; Mestre em Comunicação e Semiótica PUC-SP; Especialista em Grande Sertão Veredas, Universidade São Judas; Especialista em Ensino Universitário PUC-SP; Professora e assistente de coordenação do curso Semiótica Psicanalítica-Clínica da Cultura PUC-SP; Coordenadora do Cultura em Foco do Instituto Legus; Autora de livros e artigos sobre Literatura, Cinema, Psicanálise e Inteligência Artificial

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Publicado

2026-01-09

Como Citar

Santos, J. F. S. dos, & Gimenes, R. (2026). Frida Kahlo no surrealismo: Sonho e autoficção. Leitura Flutuante, 17(2), 17–39. https://doi.org/10.23925/lf.v17i2.73286