SACRALIDADE E PROFANIDADE NAS FESTAS DE CONGADA DA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO

Alessandro Gomes Enoque, Alex Fernando Borges

Resumo


É fato comumente aceito nos estudos de antropologia, história e sociologia da religião que as categorias do sagrado e do profano constituem-se como elementos centrais na compreensão acerca das modalidades de existência do homem no mundo (DURKHEIM, 1996; WEBER, 2000, 2001, 2006; BOURDIEU, 2005, 2007, 2008, 2010; TEIXEIRA, 2010; BERGER, 2004; ELIADE, 2002, 2008).  A relação de tais conceitos, especialmente no tocante a suas imbricações com as dimensões espacial e temporal, revela um amplo leque de possibilidades de investigação relacionados a complexidade da existência humana em sociedade.  Dentre os espaços potenciais de investigação das categorias sagrado/profano, destacamos, neste trabalho, aquele relacionado as festas de congada realizadas na região do Triângulo Mineiro.  Partindo de uma abordagem de natureza quantitativa, este trabalho teve, como objetivo, analisar as representações dos mesmos acerca da sacralidade da manifestação cultural, bem como caracterizar o perfil dos indivíduos que dela participam.  Em um segundo momento, de abordagem qualitativa, o objetivo foi compreender as representações sociais, religiosas, culturais e simbólicas da festa.

Palavras-chave


Congada; Sagrado; Profano.

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DOI: https://doi.org/10.23925/2237-4418.2019v34i1p26-44

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e-ISSN: 2237-4418
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