PIRATARIA E FALSIFICAÇÃO: ONDE O POBRE E O RICO SE IGUALAM... OU SERÁ QUE SE SE DIFERENCIAM?

Bruna Santos Martins, Marco Antonio Alves Franco Neto, Joana Nalasco Garcia, Sergio Silva Dantas, Karen P. L. A. Prado

Resumo


Este artigo aborda a identificação da diferença no comportamento dos consumidores das classes socioeconômicas alta e baixa no consumo de produtos falsificados. A pesquisa que lhe deu suporte utilizou o método qualitativo com o uso de entrevistas semi-estruturadas com consumidores de alta e baixa renda do Estado de São Paulo. Para o tratamento dos dados a análise de conteúdo foi utilizada por meio do critério de categorização mista. Consideraram-se no referencial teórico as teorias de mercado e consumo da alta e baixa renda e o mercado de falsificação e pirataria. Por fim, por meio de entrevistas em profundidade com dez pessoas da alta renda e sete pessoas da baixa renda, avaliou-se que o comportamento quanto ao consumo de produtos falsificados se difere conforme a classe socioeconômica que a pessoa está inserida. O motivo de compra desses produtos em geral é pelo preço baixo, necessidade e status, esse último atribuído à classe alta que também se preocupa com a sua auto-imagem. Há diferenças na forma com que cada classe consome produtos falsificados e piratas, porém percebe-se que esse tipo de consumo existe nos dois segmentos pesquisados, apresentando algumas peculiaridades.


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e-ISSN: 2237-4418
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