Perfilamento racial

o racismo estrutural nas instituições estatais

Autores

  • Carla Alessandra Vieira Fernandes Santos Faculdade de Direito do Sul de Minas
  • Hamilton da Cunha Iribure Júnior Faculdade de Direito do Sul de Minas (FDSM)

DOI:

https://doi.org/10.23925/1982-4807.2026i1e69540

Palavras-chave:

Perfilamento racial, Racismo, Nulidade de provas

Resumo

O perfilamento racial no sistema de justiça penal brasileiro levanta sérias questões quanto à legitimidade e licitude das provas obtidas. A obtenção de provas através de abordagens policiais baseadas em critérios raciais infringe princípios fundamentais, como o devido processo legal e a presunção de inocência, além de reproduzir reforçar preconceitos raciais e estereótipos herdados historicamente. Diante disso, discute-se a nulidade dessas provas através de uma metodologia qualitativa e conclui que o combate ao perfilamento racial e à inadmissibilidade de provas discriminatórias é essencial para avançar em direção a um sistema penal mais justo e imparcial.

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Biografia do Autor

Carla Alessandra Vieira Fernandes Santos, Faculdade de Direito do Sul de Minas

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Hamilton da Cunha Iribure Júnior, Faculdade de Direito do Sul de Minas (FDSM)

Doutor e mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professor da Graduação e do Programa de Mestrado da Faculdade de Direito do Sul de Minas (FDSM), advogado e pesquisador do CNPq.

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Publicado

2026-09-07

Como Citar

Santos, C. A. V. F., & Iribure Júnior, H. da C. (2026). Perfilamento racial: o racismo estrutural nas instituições estatais. Ponto-e-Vírgula, 39(1). https://doi.org/10.23925/1982-4807.2026i1e69540