Etnografia Crítica da Modernidade

Repensando a Antropologia Simétrica e as Redes Sociotécnicas

Autores

Palavras-chave:

Antropologia Simétrica, Bruno Latour, Redes Sociotécnicas, Modernidade

Resumo

Este artigo examina a Antropologia Simétrica de Bruno Latour, abordando a modernidade como uma construção sociotécnica. A questão central reside nas dicotomias tradicionais entre natureza e sociedade, que a abordagem simétrica busca superar. O estudo tem como objetivo explorar como essa perspectiva reformula os fundamentos da antropologia e possibilita uma etnografia crítica da modernidade. Baseando-se em referências teóricas de autores como Annemarie Mol, Madeleine Akrich, Marshall Berman, George Marcus e Michael Fischer, entre outros, o artigo analisa as centralidades sociotécnicas e as relações de poder que estruturam o mundo contemporâneo. Conclui-se que, ao integrar a Antropologia Simétrica com a etnografia crítica, é possível desenvolver uma análise mais nuançada das redes sociotécnicas, reconhecendo tanto a agência distribuída entre humanos e não-humanos quanto as desigualdades que permeiam essas interações.

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Biografia do Autor

Herbert Rodrigues, Missouri State University

Doutor em Sociologia, mestre em Antropologia Social e bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Professor associado do Departamento de Sociologia, Antropologia e Gerontologia da Missouri State University, Estados Unidos. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4620177782951175. 

Referências

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Publicado

2026-09-07

Como Citar

Rodrigues, H. (2026). Etnografia Crítica da Modernidade: Repensando a Antropologia Simétrica e as Redes Sociotécnicas. Ponto-e-Vírgula, 39(1). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/pontoevirgula/article/view/70813