Entre pronombres, baños y currículo
cisnormatividad, binarismo de género y (im)permanencias en la permanencia del cuerpo no binarie en la Educación Superior – estudio de caso
DOI:
https://doi.org/10.23925/2175-3520.2025i59p130-142Palabras clave:
binarismo de género, personas de género no conformes, identidad de género, psicología educativa, universidadesResumen
Este artículo busca comprender, a través de un estudio de caso, la experiencia de una persona trans no binaria en la educación superior privada. Se basa en una entrevista de relato oral que permite traer a la superficie las complejidades cotidianas vividas por cuerpos disidentes de la norma, en el entramado capilar de la realidad social. Se utilizó el análisis del discurso como instrumento interpretativo; y, como base analítica, los enunciados fueron analizados a la luz de la teoría queer, en articulación con la episteme posestructuralista. Las reflexiones revelan las formas de violencia vividas por cuerpos que enuncian la diferencia en las relaciones, y exponen el modus operandi de una arquitectura universitaria diseñada genealógicamente para cuerpos (blancos) heterocisnormativos. Ya sea por la negación del uso de pronombres neutros, por la infraestructura inadecuada o por el borramiento de identidades disidentes en la gestión de las vidas que pueden o no permanecer en la universidad. A partir de los hallazgos, se vuelve urgente fortalecer las políticas públicas y la formación crítica del profesorado, capaces de tratar el signo de la diferencia sin reproducir las violencias estructurales y estructurantes de la lógica cisnormativa.
Palabras clave: binarismo de género, personas de género no conformes, identidad de género, psicología educativa, universidades.
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