Análise Físico-Química da água do rio Itapetininga-SP:Comparação entre dois pontos.

Vanessa Oliveira Santos

Resumo


A água é essencial à existência de todos os seres vivos. Os despejos orgânicos de origem doméstica ou industrial influenciam na sua qualidade e potabilidade. Análises físico-químicas são de grande importância para o tratamento de águas e através delas é que se pode dizer se está própria ou imprópria para o uso. Foram realizadas análises da água do rio Itapetininga em dois pontos de coleta. O primeiro ponto de coleta se encontra antes do rio passar pelo perímetro urbano (Ponte Raposo Tavares), e o segundo ponto se encontra em um local no qual o rio já passou e está saindo dele (Curuçá). As análises realizadas são: determinação da turbidez e do pH, alcalinidade, ferro total, dureza total, cloreto, oxigênio dissolvido e oxigênio consumido. Todas elas foram realizadas no laboratório da PUC-SP Sorocaba-SP, com as amostras de água colhidas no mesmo dia da análise seguindo regras de coleta no decorrer dos meses anteriores.Os resultados obtidos mostraram que a água de ambos os pontos de coleta estão dentro dos limites estabelecidos pelo CONAMA e CETESB, exceto o resultado da análise de OD = oxigênio dissolvido, realizada com a amostra do segundo ponto(bairro curuçá).Esta apresentou um índice muito baixo de oxigênio dissolvido, sendo que este tipo de análise indica o grau de arejamento da água.Este projeto visou através da comparação entre esses dois pontos, mostrar aos leitores e cidadãos, as modificações e os danos causados ao rio pela cidade e quem sabe conscientizá-los de que cada um deles pode fazer a sua parte para o melhoramento da qualidade da água da qual tanto dependemos.

Texto completo:

Sem título () PDF

Comentários sobre o artigo