LE DIEU CACHÉ EM CAMUS – OU A PARÁBOLA DE UMA AUSÊNCIA

Autores

  • Rafael de Castro Lins

Palavras-chave:

ausência de Deus, O Equívoco, intertextualidades, teatro trágico

Resumo

Tecendo contatos intertextuais entre os evangelhos canônicos e sua filosofia do Absurdo, ensaiada em O Mito de Sísifo, Albert Camus compôs o cenário existencial da peça O Equívoco. Este artigo ressaltou as intertextualidades proeminentes e a reescrita camusiana da parábola do filho pródigo à luz da modernidade e do século das grandes guerras mundiais. Os personagens deste drama foram notados conforme suas escolhas existenciais frente à constatação e o enfrentamento do Absurdo. E a soma dos seus equívocos revelou a nervura do trágico emergida da obra de Camus. Por fim, a imagem icônica do Deus ausente, pelos olhos de Camus, fora revelada na análise desta peça teatral. Negando-se responder a questão da existência de Deus, Camus disparou a pergunta pela sua ausência e a partir dela um novo retrato de Deus fora encenado no teatro do absurdo.

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Como Citar

de Castro Lins, R. (2016). LE DIEU CACHÉ EM CAMUS – OU A PARÁBOLA DE UMA AUSÊNCIA. Último Andar, (28), 204–225. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/29748

Edição

Seção

Artigo